domingo, 7 de junho de 2020

Bloquinho com Relevo na Capa

Olá pessoal ! Tudo bem com vocês ?

Algumas pessoas pediram que eu mostrasse o passo a passo dos bloquinhos que eu faço.

Estes foram feitos no formato 8 cm x 11 cm, do mesmo tamanho que faço para lembrancinhas., mas estes fiz avulsos pra ter dentro da bolsa, na mesa do escritório ou mesmo em casa.

Apesar de nós usarmos o celular pra tudo, fica sempre guardado um momento que precisamos escrever alguma coisa. Estes bloquinhos são sempre úteis.

Então, olha eles aí !

Nestes eu usei papel perolado na capa pois coloquei motivos em relevo, e na contracapa usei papel de scrap colorido.   Esta foi minha opção mas cada um pode usar a criatividade e fazer coisas lindas.

O material utilizado foi :

- papel perolado 120g
- papel de scrapbook 180g
- papel horlle de 1,9 mm
- wire-o branco de 5/8
- miolo de sulfite 75g
- cola cascorez extra

As ferramentas foram: base de corte, réguas para encadernação, fio de cabelo, estilete, régua de metal, pincel e esponja com uma base para a cola.

E ainda utilizei a máquina de corte e a de encadernação.

Segue o passo-a-passo:


A primeira coisa que eu fiz foi recortar os motivos, em papel 180 g para colar nas capas. Apesar de ter usada a máquina de corte, você pode cortar motivos no estilete também.


Depois eu decorei as capas, antes de fazer a encadernação.  Por coincidência utilizei um papel cinza que até parece um horlle, mas ele é fino e deu direitinho pra usar na máquina de corte.


Encadernei as capas com papel perolado 120g, e como eu disse anteriormente, utilzei o papel 120g pra que os relevos ficassem aparentes.



Não utilize a espátula, nem pano pra que o relevo fique aparente.  Depois de passar cola no horlle e colocar o papel perolado, passe bem a mão por cima e ao entorno do relevo para que fique bem colado e aparente. Dá um efeito bem bacana. A espátula ou pano riscam o papel e danifica o trabalho.




Aqui estão as capinhas prontas.



A contracapa  forrei de papel de scrapbooking e o mesmo papel utilizei para fazer o acabamento da capa.



 Enquanto as capinhas estavam secando separei o papel para o miolo que é um offset 75g.



Então separei os pares de capa e contracapa dos bloquinhos, o papel offset para o miolo e o wire-o para terminar a encadernação.


Todo material separado e a encadernadora na bancada, foi o momento de furar e montar os bloquinhos.


Os bloquinhos ficaram assim, prontinhos pra serem chamados de "MEU".



E vejam nesta foto como ficou o forro da capa combinando com a contracapa.


Eles são muito fofos.  Eu adoro bloquinhos.

Então, gostaram ?  Escrevam para dizer se gostaram e para tirar alguma dúvida.

Grata ! Bjssssss.

Claudia Maximo


quinta-feira, 21 de maio de 2020

ARTE NA EDUCAÇÃO

Olá pessoal !

Relembrando um pouco da minha história, em 2015 comecei a fazer uns cartões de aniversário, depois uns bloquinhos, pesquisei a respeito de técnicas com papel e descobri o scrapbook.

Minha identificação foi tanta que resolvi fazer uma graduação em Artes Visuais para poder aprimorar meus conhecimentos e me dedicar integralmente às Artes.  Em 2018 eu concluí minha graduação e agora apresento o resumo do artigo, por mim escrito, referente ao trabalho de conclusão de curso.



TÉCNICAS COM PAPEL NA ARTE-EDUCAÇÃO


O papel é uma matéria-prima que pode ser empregada em diversas técnicas de arte. As mais simples, que demandam materiais complementares de fácil acesso e baixo custo, são interessantes para desenvolver atividades de artes em sala de aula. Estas técnicas quando utilizadas pelos alunos, muitas vezes, revelam resultados surpreendentes. O desenvolvimento de atividades utilizando variadas técnicas com papel apresenta ao aluno conhecimento da arte, desperta no indivíduo sua capacidade criativa, bem como amplia a prática educacional no ensino de Artes. O objetivo deste trabalho é pesquisar técnicas, que utilizem o papel como matéria-prima, que possam ser desenvolvidas nas escolas, de acordo com os parâmetros curriculares de Artes, no Ensino Fundamental II. Empregando a pesquisa bibliográfica e utilizando minhas próprias experiências em trabalhos desenvolvidos com papel, propondo atividades que tornem as aulas mais atrativas. Resultando em informações das técnicas de arquitetura de papel, colagem, escultura, origami, papel machê, papietagem, quilling e scrapbooking, bem como na prática das referidas técnicas de modo simples com a finalidade de desenvolvê-las em sala de aula, ano a ano do ensino fundamental II.

Considerando que a prática das atividades de artes nas salas de aula já não segue um rito com estudos de desenho geométrico, desenho de observação, pintura de desenho pré-concebido e recortes, sem a utilização do principal ingrediente das aulas de artes que é a criatividade, é possível se direcionar os temas, seguindo os conteúdos determinados nos currículos para cada série, e de forma flexível deixar fluir a imaginação de cada aluno, incentivando o trabalho de artes, considerando e explorando o contexto social de cada um, em respeito à sua individualidade.

O desenvolvimento de atividades utilizando variadas técnicas com papel apresenta ao aluno o conhecimento da arte, desperta no indivíduo sua capacidade criativa, bem como amplia a prática educacional no ensino de Artes.

Minha pesquisa irá apontar as técnicas de artes que se utilizam de papel e suas formas de apresentá-las em sala de aula, bem como facilitar o meio acadêmico em integrá-las aos conteúdos curriculares determinados para a educação básica.

O objetivo desta pesquisa é destacar as técnicas de artes que se utilizam de papel, os tipos e formatos de papéis adequados a cada técnica e a forma de apresentá-las em sala de aula. E ainda, facilitar o meio acadêmico a associar as técnicas de arte com papel, com os conteúdos curriculares determinados para a educação básica e propostas pedagógicas adequadas aos contextos no aprendizado de Arte, de acordo com competências e habilidades definidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O papel doi inventado na China por Cai Lun no ano 150, o papel foi apresentado ao Imperador Ho Ti e seu processo de fabricação guardado em segredo durante muito tempo. Somente foi descoberto porque os árabes atacaram uma cidade dominada pelo império chinês e prenderam técnicos de uma fábrica de papel que foram levados para Bagdá, onde se passou a fabricar o papel ainda sem revelar a técnica. O papel foi apresentado aos espanhóis pelos árabes somente no século XI e a novidade se espalhou pelo Ocidente.

O papel era produzido de forma artesanal até 1799, quando o francês Nicholas-Louis Robert inventou a primeira máquina para fazer o papel. Ao longo do tempo a tecnologia foi aprimorada, sua composição química transformada, as máquinas se modernizaram e a fabricação do papel atingiu alto grau de automação e produtividade.

No Brasil, a produção do papel iniciou no Rio de Janeiro em 1809 e depois em São Paulo em 1850 pela vinda de imigrantes europeus para trabalhar na cultura do café, que trouxeram na bagagem o conhecimento da produção do papel, vivenciando o desenvolvimento industrial. A base da produção do papel é a celulose, extraída pelo beneficiamento da madeira do eucalipto. O eucalipto é a espécie mais utilizada para a extração da celulose devido ao seu rápido crescimento. O aumento no consumo do papel ocasionou o cuidado no reflorestamento, para uma produção sustentável.

O papel tem uma diversidade de formas, tipos, aplicações, textura e gramatura. Este estudo pretende fornecer as informações básicas necessárias para que o professor de arte saiba distinguir e decidir acerca do papel mais adequado para aplicações das técnicas que utilizam o papel em sua base. Cada tipo de papel tem sua especificidade pela sua aplicação, incluindo seu formato e sua gramatura.

Os formatos do papel estão padronizados a partir do tamanho A0 até A10, para facilitar sua aplicação. O formato inicial A0 tem a medida 841 x 1189 mm e os seguintes são sempre a metade do anterior. Significa que um papel A4 o formato mais utilizado, é a metade de um A3 e o dobro de um A5.

Os papéis são fabricados em camadas de fibras vegetais e apresentam diversas texturas que podem ser lisas, ásperas, macias ou rugosas. Além disso, os papéis especiais podem ser texturizados com aplicações de relevos em papel liso. A textura do papel pode ser percebida pelo olhar ou pelo toque.

As texturas mais utilizadas são a linear, telado, colmeia, rugoso, vergê, linho, metalizado e acetinado.

A gramatura do papel, também percebida pelo olhar ou pelo toque, é a sua densidade ou espessura. A espessura é expressa em gramas por metro quadrado representada da forma g/m² e varia de 75 a 320 g/m², do mais fino ao mais encorpado. Os principais tipos de papel, com suas texturas e aplicação, são os seguintes:

Canson, Muito liso, Desenho e pintura em geral

Cartão, Encorpado, Caixas e embalagens

Cartolina, Liso, Impressos e uso escolar

Color Plus, Macio - colorido na massa, Recortes e Decoração

Couchê, Alta qualidade, Impressos gráficos

Jornal, Áspero e menos resistente, Impressão de periódicos

Kraft, Resistente, Embalagens 

Mi-Teintes, Macio – 60% fibra de algodão, Técnicas secas e esculturas

Offset, Elevada resistência, Impressão

Ondulado, Camadas, Caixas

Schoeller, Resistente e produzido sem ácidos, Aerógrafo e nanquim

Sulfite, Baixa aspereza, Cadernos e formulários

Super Bond, Opaco e liso, Escrita em geral

Vergê, Encorpado de aparência refinada, Cartões, capas e envelopes

Considerando que o ensino da Arte como linguagem foi estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases 9394/96 e que integra a área: linguagens, códigos e sinais, como componente curricular. E que linguagem é definida como, “[...] a capacidade de articular significados coletivos e compartilhá-los [...]” nos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Assim a Arte se organiza em linguagens expressivas e estas linguagens se utilizam de códigos característicos. Sendo que cada linguagem requer o conhecimento das estruturas, dos procedimentos e das técnicas, o que não impede a transgressão das regras formais.


Apresento um resumo de algumas técnicas que utilizam o papel como base de sua elaboração.

Arquitetura do Papel – Técnica contemporânea que superpõe estruturas tridimensionais recortadas em papel, em diferentes medidas, em formas orgânicas e geométricas. A técnica foi desenvolvida pelo artista Enrique Rodriguez que apresenta seu trabalho e de outros artistas que utilizam o papel como base de seus trabalhos na Universidade do Papel em São Paulo.

Colagem - Composição realizada com o uso de diversos materiais com texturas diferentes ou não, coladas uma sobre a outra ou lado a lado. A técnica foi utilizada no cubismo, dadaísmo, surrealismo e na Pop-Art.

Escultura - Composição utilizando recortes de papel moldados e pintados que são montados por sobreposição causando um efeito tridimensional. Os artistas são autodidatas e se utilizam de papel especial, Mi-Teintes, de textura suave, pintado na massa, produzido com 60% de fibra de algodão, próprio para ser moldado.

No Brasil são destaques nesta técnica os artistas Carlos Meira, Vlady e Karin Arruda.

Origami - Técnica japonesa que consiste em dobrar papéis, geralmente quadrados e de cores diferentes nas suas faces, produzindo um objeto, flores ou pássaros. A primeira obra, com o passo a passo para se produzir as mais variadas formas, foi lançada em 1797, sendo a forma mais famosa o pássaro “tsuru”, que representa a felicidade e longevidade, segundo a crença japonesa.

Papel Machê - Massa feita de papel picado, misturando cola branca e gesso, utilizada para a confecção de objetos, máscaras e esculturas. O nome da técnica vem do francês “papier maché” que significa papel amassado.

Papietagm - Arte desenvolvida na França, no século XVI, er utilizada junto com o papel machê na confecção da cabeça de bonecas. Em 1912 o cubista George Braque difundiu a técnica chamando de “papier collés” ou papéis colados. A papietagem era também utilizada para produzir adereços para peças teatrais. A técnica consiste em colar tiras de papel sobre um molde para que a peça adquira o formato deste. São feitas várias camadas para que após a secagem se retire o molde e a peça fique firme.

Quilling - A técnica se baseia em utilizar tiras de papel de diferentes cores, enroladas e modeladas para formar uma figura. A arte era utilizada nas decorações religiosas durante o Renascimento e ganhou destaque com os trabalhos da russa Yulia Brodskava e dos irmãos Campana. Apesar de pouco conhecida no Brasil, alguns artistas estão ajudando a difundir a arte, como Nathie Buho, Denise Dick e Irene Dornelles.

Scrapbooking - Técnica utilizada para decorar álbuns, cadernos, cadernetas, blocos, agendas, produzir convites e objetos de decoração ou em decoração de festas, com papéis e ferramentas próprias e cola livre de ácido para não amarelar o papel. Traduzindo o nome da técnica seria, livro de recortes ou um livro de lembranças onde guardamos fotos, ingressos de cinema ou de um show, bilhetes de passagem ou qualquer papel que nos relembre um momento especial. Também é comum fazer páginas com fotos e enfeites de acordo com o tema da foto para guardar em álbum ou colocados em molduras. A arte é recente aqui no Brasil, mas já existem muitos admiradores e ícones que foram os precursores da técnica no nosso país, como: Flávia Terzi, Ivana Madi, Vlady e Yvy Larrea.

O ensino da arte no Brasil, assim referida como ARTE, pois engloba a música, a dança, o teatro e as artes visuais, segue os princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – Lei nº 9394/96. A Educação tem como objetivo que o educando adquira conhecimentos e desenvolva habilidades necessárias à formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades perante a sociedade, ampliando suas possibilidades. A arte na educação estimula a capacidade criativa, promove conhecimento histórico da arte, seus ícones, suas técnicas, provoca o pensar e prolonga a visão de mundo.

Bernadete Zagonel (2013, p.79) lembra:

No Brasil, uma das ideias pedagógicas mais disseminadas é a metodologia triangular de, Ana Mae Barbosa, voltada, sobretudo, para as artes visuais, que propõe um ensino fundamentado em três tipos de atividades básicas: contextualização histórica, apreciação e prática.

E ainda, “Nas atividades artísticas em sala de aula deve-se interligar as vertentes do triângulo, equilibrando-se nos processos cognitivos, razão e emoção” (RAIMUNDO MATOS DE LEÃO, 2007 apud BERNADETE ZAGONEL, 2013, p.79).

Para o professor um dos desafios é o enfrentamento das dificuldades estruturais, um exemplo é a falta de um Laboratório de Artes Visuais com materiais e equipamentos adequados às aulas, para que os alunos possam vivenciar um pouco de cada uma das práticas artísticas. A falta de um ambiente adequado para desenvolver práticas como pintura, escultura, produções informatizadas e fotografia, já que as aulas são ministradas em sala de aula e de materiais e equipamentos que são escassos ou inexistem, provocam muitas vezes um desestímulo à prática da educação em artes visuais.

Quanto aos desafios pedagógicos, os professores se adaptam e criam meios de superar as dificuldades apresentadas, atraindo os alunos a participarem com sugestões temáticas e com a utilização de materiais de fácil acesso e baixo custo, desenvolvendo suas atividades em conformidade às orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais. As artes visuais apresentam amplas possibilidades para o estudo integrado dos projetos educacionais interdisciplinares.



Considerando o currículo mínimo da rede de ensino estadual elaborado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, que apresenta as competências e habilidades como referência para elaboração dos planos de aula, apresento, a seguir, sugestões e proponho atividades utilizando técnicas que possuem o papel como base em sua elaboração, apresentadas, anteriormente, neste trabalho, para a prática em sala de aula do experimentar/fazer, a partir das contextualizações requeridas no Ensino Fundamental II, sabendo que as linguagens estão organizadas em temas anuais e distribuídas entre os bimestres, nos eixos temáticos:

6º Ano – Tema - Arte e suas Matrizes

Eixos Temáticos - Arte e Linguagem, Matrizes Culturais e Estudo da Cor, Matrizes Culturais e Elementos de Visualidade e Matrizes Culturais Europeias.

Objetivo – Trabalhar cores e formas.

Sugestão – Utilizar as técnicas de origami e papietagem.

Atividade Pedagógica 1– Propor aos alunos a elaboração de formas simples, utilizando a técnica de origami, a partir de um passo a passo impresso para o estudo de formas e cores, visto que o papel de origami tem uma cor em cada um dos seus lados.

Atividade Pedagógica 2 – Propor aos alunos que tragam objetos que sejam descartáveis para utilizar como a base da papietagem e criem novos objetos a partir da base e pintem as peças prontas com guache, trabalhando cores e formas diversas.


7º Ano – Tema - Arte e História

Eixos Temáticos - Contextualização Histórica, Escultura como Corpo, Olhar fotográfico e Patrimônio Cultural.

Objetivo – Elaborar releituras de obras de arte.

Sugestão – Utilizar as técnicas de arquitetura do papel e colagem.

Atividade Pedagógica 1– Propor aos alunos a pesquisa de obras de arte em cada período distinto da história da arte e elaborar uma releitura utilizando a técnica de colagem.

Atividade Pedagógica 2 – Propor aos alunos destacar artistas que se destacaram em suas pesquisas a respeito da história da arte, eleger alguns nomes e fazer a releitura da obra em destaque utilizando a técnica de arquitetura do papel.


8º Ano – Tema - Arte e Contemporaneidade

Eixos Temáticos - Arte Pública, Globalização, Hibridismo e Material na Arte Contemporânea.

Objetivo – Conhecer a diversidade de materiais.

Sugestão – Utilizar as técnicas de scrapbooking e papel machê.

Atividade Pedagógica 1– Propor aos alunos o estudo da arte contemporânea por meios de materiais diversos e propor a elaboração de páginas de scrapbooking utilizando a aplicação de materiais diversos e uma fotografia feita pelo próprio aluno.

Atividade Pedagógica 2 – Propor aos alunos a elaboração de um projeto em papel machê produzindo pequenas esculturas, que podem ser trabalhadas junto a outros materiais, que normalmente são descartáveis, transformando a peça numa obra de arte.


9º Ano – Tema - Arte e Sociedade

Eixos Temáticos - Arte, Sociedade e Cotidiano, Movimento Modernista, Mobilização Social e Fotografia e Representação Gráfica.

Objetivo – Estudar a estética moderna.

Sugestão – Utilizar as técnicas de escultura e quilling.

Atividade Pedagógica 1– Propor aos alunos o estudo do movimento modernista e representá-lo em forma de escultura de papel, desenvolvendo a habilidade manual e a concentração.

Atividade Pedagógica 2 – Propor o estudo da representação gráfica, apresentando a técnica de quilling para a elaboração de um projeto moderno exercitando a linguagem visual.

Sugiro que todos os trabalhos elaborados durante o semestre ou ano, sejam identificados com nome e turma e expostos numa Mostra de Arte na Escola, como forma de incentivar os alunos na elaboração de suas peças, bem como promover a interação social entre a comunidade escolar.


Esta pesquisa possibilitou analisar a história do papel e suas características, bem como as diferentes técnicas que utilizam o papel como base em sua elaboração.

Foram apresentadas sugestões para a prática em sala de aula, para que sejam alcançados os objetivos referentes a cada tema das séries do Ensino Fundamental II, como forma de facilitar o meio acadêmico em adequar as propostas pedagógicas aos conteúdos do aprendizado da Arte, em conformidade com o currículo mínimo elaborado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro.

Concluo, destacando a importância das aulas práticas nas escolas, com o uso apenas de papel, tesoura e cola e que possibilitam educando e educador, ensinar e aprender, articulando a proposta triangular no conhecer, fazer e apreciar uma obra de arte, tão importante na construção das práticas educacionais que demonstram a expressão e comunicação dos alunos, apresentando as Artes Visuais como objeto de apreciação significativa, resultando em produto cultural e histórico, conforme enseja a Base Nacional Comum Curricular.


Caso se interessem pela bibliografia utilizada, estou à disposição para fazer as indicações.

Bjsss!

Claudia Maximo